CIRURGIAS NEONATAIS PARA CORREÇÃO DE CARDIOPATIAS CONGÊNITAS: COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR

Autores

  • Amanda Rodrigues de Oliveira
  • Carolina Arantes Gama Porto Brum
  • Emily Gabriele Oliveira Costa
  • Juliana dos Santos Cristovão
  • Maria Eduarda da Conceição Pacífico
  • Matheus Lucena Rodrigues

DOI:

https://doi.org/10.59370/rbcm.457

Palavras-chave:

Cardiopatias Congênitas, Comunicação Interventricular, Defeitos dos Septos Cardíacos

Resumo

Introdução: As Cardiopatias congênitas (CC) são alterações que englobam defeitos morfológicos no coração e vasos sanguíneos. As malformações decorrem de falhas no desenvolvimento embrionário e possuem etiologia desconhecida, mas há suspeitas da interferência de fatores genéticos e ambientais. A comunicação interventricular (CIV), uma das CC mais comuns, é constituída por uma falha no septo interventricular que separa os dois ventrículos, permitindo o fluxo sanguíneo ir do ventrículo esquerdo para o direito, afetando o ciclo cardíaco Objetivo: Revisar a literatura atual sobre as intervenções na correção de cardiopatias congênitas, destacando as principais abordagens cirúrgicas para correção de CIV Metodologia: Trata-se de uma revisão literária, realizada após busca de artigos nas bases de dados PubMed e SciELO. Foram selecionados cinco artigos publicados entre osanos de 2011 a 2024, com o filtro “Faixa etária neonatal”, nos idiomas inglês e português. Foram incluídos cinco artigos dos últimos 13 anos que se encaixavam nos descritores DeCS e MeSH: "Cardiopatias Congênitas", "Comunicação Interventricular", "Defeitos dos Septos Cardíacos" com operadores booleanos “AND” e “OR” Resultados: O uso de técnicas cirúrgicas para correção de CIV está reservado aos casos mais graves da doença, já que a maioria se manifesta de forma assintomática. A oclusão percutânea é uma técnica menos invasiva, que tem tido grande aceitação entre os cirurgiões. Ela se caracteriza por um procedimento via artéria femoral (abordagem retrógrada) ou pela veia, preferencialmente femoral (abordagem anterógrada), guiado por um cateter e monitorado por um ecocardiogramatransesofágico, na qual é colocado uma prótese de duplo disco. T al técninca vem se destacando por oferecer melhor recuperação e cicatrização ao paciente. Por outro lado, a forma convencional é por meio de uma esternotomia mediana, em que o acesso a cavidade interna do coração se dá pela válvula tricúspide. É colocado um adesivo pelo lado do ventrículo direito, a fim de balancear a resistência pulmonar e sistêmica Conclusão: A CIV é a cardiopatia congênita mais recorrente. O diagnóstico é feito ainda no atendimento clínico e caso ocorra a manifestação dos sinais, são realizados exames, reforçando assim a importância de uma triagem apropriada. As intervenções cirúrgicas estão destinadas a casos mais graves nos primeiros meses de vida, facilitando a recuperação e evitando inadequações no desenvolvimento

Downloads

Publicado

28-08-2026

Como Citar

Oliveira, A. R. de, Brum, C. A. G. P., Costa, E. G. O., Cristovão, J. dos S., Pacífico, M. E. da C., & Rodrigues, M. L. (2026). CIRURGIAS NEONATAIS PARA CORREÇÃO DE CARDIOPATIAS CONGÊNITAS: COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR. REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS MÉDICAS, 2(S1), 28. https://doi.org/10.59370/rbcm.457